Noite de romanos

 

Numa verdadeira viagem no tempo, o Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas convida a passar uma noite diferente, neste sábado, numa visita iluminada por velas e animada por actores que nos levam até à época romana. Numa noite mágica, de ambiente intenso, em que até as pedras falam para nos contarem segredos dos antepassados, a exposição permanente do Museu Arqueológico ganha uma outra visibilidade mais realista, onde romanos promovem uma visita guiada pelos diferentes espaços, devidamente engalanados. É o discurso directo que marca a ocasião, numa noite especial aberta a público de todas as idades que se interessem pela História e que queiram de algum modo perceber como era a vida há muitos, muitos anos atrás. A experiência já não é nova e há sempre quem queira repetir a visita, verdadeiramente memorável.

 

Museu Arqueológico São Miguel de Odrinhas,

 sábado, dia 19, às 21 e 22 horas.

 

 

in Jornal de Sintra nº225

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"Oficina Educativa Ludus Aetatis  -
Os prazeres da juventude: jogos e brinquedos!"



MUSEU ARQUEOLÓGICO DE S. MIGUEL DE ODRINHAS
Av. Professor Dr. D.
Fernando de Almeida
São Miguel de Odrinhas
2705-735 São João das Lampas
Tel. 21 960 95 20
Horário: 10h00-13h00
e 14h00-18h00
Encerra à Seg e Ter
6 E 20 JUN, 14H30-16H30
(PARA FAMÍLIAS)
TER, QUA, QUI E SEX
DAS 10H00-16H00
(PARA GRUPOS)

  • Oficina educativa “Ludus Aetatis - Os prazeres da juventude: jogos e brinquedos”
    Para crianças dos 5 aos 8 anos
    Preço: Û 4
    (com inscrição prévia)

in Sintra Cultural  Maio 2010
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TESOUROS DA BIBLIOTECA DO

 MUSEU ARQUEOLÓGICO DE SÃO MIGUEL DE ODRINHAS

 

BIBLIOTECA DO MUSEU ARQUEOLÓGICO DE SÃO MIGUEL DE ODRINHAS

Após a informatização do acervo e com o culminar das obras de manutenção do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, a sua Biblioteca reabriu no dia 27 de Abril, encetando agora uma nova fase. Veja aqui as imagens.

Abrangendo temas especializados, mas tão vastos como Arqueologia, História da Arte, Antropologia Cultural, Filologia, Etnografia, História Antiga, a Biblioteca do Museu disponibiliza hoje mais de 20.000 volumes para 80 leitores em simultâneo.

Espaço único, destinado à investigação e ao estudo, encontra-se porém aberto a todo o público, cumprindo o seu lema sapiencial: Ora, lege, lege, lege, relege, labora et invenies, ou seja, “Ora, lê, lê, lê, torna a ler, trabalha (o teu espírito) e atingirás (ou alcançarás)”.

Horário de Funcionamento: de Segunda-feira a Sexta-feira, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 17H00.

Numa biblioteca como a do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas quase todos os livros são verdadeiros tesouros!   São-no alguns dos mais recentes porque, muitos deles, são raros ou não existem mesmo noutras bibliotecas portuguesas.   São-no a generalidade porque, embora mais banais individual-mente, em conjunto formam grupos temáticos coerentes e bastante completos que permitem ao leitor empreender uma abordagem útil e tanto quanto possível exaustiva dos seus objectos de estudo.  São-no por fim os mais antigos, dado não só os seus inesperados conteúdos mas também o seu intrínseco valor e raridade, havendo mesmo casos únicos – manuscritos – e outros de que actualmente se conhecem apenas poucos exemplares em todo o mundo.

Nesta exposição privilegiámos esta última categoria, não explorando porém todos os assuntos passíveis de tratar com base nos fundos antigos da Biblioteca mas apenas – e a título de exemplo – dando mostra de alguns deles: os de epigrafia e de antiquarismo, nas suas vertentes europeia, nacional e regional – onde quase sempre surgem, em qualquer destes três níveis, referências a inscrições romanas de Colares ou de São Miguel de Odrinhas; os de viagem – onde Sintra é uma constante; os de medicina – até inícios do século XVIII tão próximos, em certos aspectos, daquilo que hoje consideraríamos meras superstições, mas também tão surpreendentemente inovadores (por exemplo) em termos de nutricionismo; e uma “vária de curiosidades”, que vai desde um caderno de Profecias com trovas de Bandarra a uma enigmática obra falsamente atribuída ao Padre António Vieira…

O especial destaque aqui assumido relativamente ao “fundo antigo” prende-se com uma evidência tão importante quanto esquecida nos nossos dias: a de que certas ideias que julgamos inéditas e inovadoras, e muitas outras coisas que a vários títulos nos são úteis mas que comummente não sabemos onde ir buscar, afinal já se encontram pensadas e escritas há largos séculos, encerrando-se os seus segredos entre as páginas por desvendar destes velhos livros.

 

DESTAQUES:

O Syntagma de Thomaz Reinesius, onde surge a primeira dissertação académica e chamada de atenção do meio erudito internacional sobre a divindade lusitana Endovellicus.

O volume da colossal obra do sábio beneditino francês D. Bernard de Montfaucon, que constitui a primeira grande enciclopédia iconográfica de antiguidades gregas e romanas (ainda hoje tão surpreendentemente útil de consultar…).

As Inscriptiones Sacrosanctae Vetvstatis, de 1534 – trata-se do mais antigo livro exposto –, que noticia com pormenor a primeira descoberta arqueológica feita em Portugal, a qual teve lugar precisamente no litoral sintrense, junto à foz do Rio de Colares, em Agosto de 1505. O Rei D. Manuel, “o Venturoso”, e a sua Corte acorreram de imediato ao local e interessaram-se superlativamente pelo achado – belo exemplo de espontâneo interesse do grande poder político pela História e pela Cultura que, no vazio de hoje, é importante evocar e salientar. Os dados contidos neste velho livro contribuíram em muito para que a equipa do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas lograsse redescobrir, há dois anos, o locus sacer consagrado, no século II d.C., ao Sol, à Lua e ao Oceano. O que proporcionou já novos achamentos espectaculares, como o altar dedicado Soli et Oceano por um notável no exercício do cargo de Procurador da Província da Lusitânia na época do Imperador-Filósofo Marco Aurélio.

A primeira edição das De Antiquitatibus Lusitaniae de André de Resende, “pai” da Arqueologia Portuguesa e um dos mais notáveis humanistas lusos da áurea época de Quinhentos.

O livro de viagens a Portugal do arquitecto James Murphy, que entre muitos outros motivos de interesse revela o crescente interesse da sua época pelo Orientalismo e as Culturas Exóticas ao reproduzir numa grande estampa desdobrável, com notável  rigor, a maior das duas inscrições sânscritas que no século XVI foram trazidas pelo Vice-Rei da Índia D. João de Castro para a sua Quinta da Penha Verde, na Serra de Sintra.

A cópia manuscrita – uma das três ou quatro conhecidas – da obra inédita de António Coelho Gasco sobre as Antiguidades da Mui Nobre Cidade de Lisboa, no âmbito da qual também se recolhem “antiqualhas” da região de Sintra; algumas, aliás, aqui pela primeira vez dadas a conhecer, como por exemplo certas inscrições romanas de Odrinhas ou de Colares.

O Socorro Delphico de Francisco da Fonseca Henriques que, apesar de constituir sem qualquer dúvida uma obra científica e perfeitamente actualizada em função dos conhecimentos médicos da sua época, apresenta no livro acerca dos «Males da Infância» – de forma surpreendente no âmbito das nossas actuais concepções – um longo capítulo (sete páginas a duas colunas cada) intitulado «Da Fascinaçam, quebranto, ou mal do olho»…

O Aquilegio Medicinal, deste mesmo autor – médico de D. João V –, obra que pela primeira vez referencia metodicamente e descreve as propriedades salutíferas das principais águas minero-    -medicinais existentes em Portugal; e, entre elas, algumas de Sintra, como as da Fonte da Sabuga. Hoje em dia não subsistem muitos exemplares deste precioso livro.

A Âncora Medicinal para Conservar a Vida com Saúde, também de Francisco da Fonseca Henriques, livro extremamente inovador para o seu tempo pois aborda a prática médica sob o ponto de vista profilático e nutricionista.

O tão singular livro do místico Frei Isidoro de Barreyra, Tratado das significaçoens das plantas, flores e fruttos, que trata das propriedades simbólicas e curativas do reino vegetal.

O tão curioso códice manuscrito cheio de apontamentos, diagnósticos e receitas de alveitaria, de medicina e de fórmulas farmacopaicas, escrito por um anónimo ao longo de toda uma vida de prático nestas artes – e cuja capa mole e antigas dobraduras das folhas revelam ter sido certamente levado muitas vezes nos largos bolsos deste desconhecido que, há mais de dois séculos, percorreria campos e vales para curar animais, pessoas e compor mezinhas e remédios.

O caderno manuscrito que reúne trovas de Bandarra, o célebre sapateiro de Trancoso contemporâneo de D. Manuel e de D. João III, e outros vaticínios quer sobre o Reino de Portugal quer sobre os grandes Impérios do Mundo. Como muitos destes folhetos populares de cariz profético – hoje em dia cada vez mais raros de encontrar mas que correram abundantemente na sua época –, foi escrito durante ou na imediata sequência das Invasões Francesas, em época de grande e generalizada crise de valores identitários, políticos, religiosos e sociais.

A raríssima primeira edição do Thesouro de Prudentes, composto em inícios do século XVII pelo Mestre de Artes Gaspar Cardozo de Sequeira, obra surpreendente que reúne e sincretiza conhecimentos matemáticos, religiosos, astronómicos, astrológicos e práticos – e que tão estranha e parece ao leitor da nossa época…

A raríssima primeira edição das Leis Extravagantes, coligidas pelo jurista e historiador Duarte Nunes de Leão por ordem de D. Sebastião, no início do seu reinado.

A primeira edição da Arte de Furtar, obra única no seu género no âmbito da Literatura Portuguesa, que é expressamente atribuída – mas de forma falsa! – ao Padre António Vieira. E, apesar de constar no seu frontispício a data de 1652, a verdade é que este livro foi publicado apenas quase um século mais tarde…

A primeira edição, póstuma, da História do Futuro, obra de fundo esotérico e sebastianista cujo autor – desta feita com toda a certeza – é o Padre António Vieira.

 

CATÁLOGO:

D. Bernard de Montfaucon (1655-1741), L'Antiquité Expliquée et Représentée en Figures, vol. V.1, Paris, 1719 [1.ª edição].

Thomaz Reinesius  (1587-1667), Syntagma Inscriptionum Antiquarum, Leipsig e Frankfurt, 1682 [1.ª edição]. Aberto no início da dissertação sobre o deus lusitano Endovellicus.
Raphaele Frabretti (1618-1700), Inscriptionum Antiquarum, Roma, 1699 [1.ª edição].

Petrus Apianus (1495-1552) e Barptholomeus Amantius (?-?), Inscriptiones Sacrosanctae Vetvstatis, Ingolstadt, 1534 [1.ª edição]. Aberto na página onde se dá notícia da descoberta, em 1505, do templo consagrado ao Sol e à Lua situado sobranceiro à foz do Rio de Colares. É esta a primeira alusão que se conhece a um achado arqueológico feito em Portugal.

Andreas Resendius (c. 1500-1573), De Antiquitatibus Lusitaniae, Ebora, 1593 [1.ª edição]. Aberto no texto referente às inscrições descobertas no templo consagrado ao Sol e à Lua.

Antiguidades da Luzitania e outras obras históricas de André de Rezende, Setúbal, 1872. Trata-se da primeira tradução portuguesa (anónima) das De Antiquitatibus Lusitaniae de Resende [manuscrito original]. Aberto no texto referente às inscrições descobertas no templo consagrado ao Sol e à Lua.

Frey Bernardo de Brito (1569-1617), Monarchia Lusytana, vol. I, 1690, Lisboa [2.ª edição]. Aberto no texto referente às inscrições descobertas no templo consagrado ao Sol e à Lua.

Luis Marinho de Azevedo (?-1652), Primeira Parte da Fundação, Antiguidades e Grandezas da Mui Insigne Cidade de Lisboa, Lisboa, 1652 [1.ª edição]. Aberto em páginas alusivas a inscrições romanas de São Miguel de Odrinhas.

D. Rodrigo da Cunha (1577-1643), Historia Ecclesiastica da Igreja de Lisboa, vol. I, Lisboa, 1642 [1.ª edição]. Aberto em páginas alusivas a inscrições romanas de São Miguel de Odrinhas.

Códice manuscrito. Antonio Coelho Gasco (?-1666), Antiguidades da Mui Nobre Cidade de Lisboa. Esta obra de Coelho Gasco nunca chegou a ser publicada na sua época, embora tenha corrido nos séculos XVII e XVIII através de algumas cópias manuscritas – como aquela que pertence à Biblioteca do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas –, das quais se conhecem hoje apenas alguns contados exemplares. Aberto em páginas alusivas a inscrições de Odrinhas e de Colares.

William Bradford (c. 1780-1857), Sketches of the country, character, and costume, in Portugal and Spain, London, 1812 [1.ª edição]. Aberto numa gravura que representa a Vila e a Serra de Sintra.

William Morgan Kinsey (1788-1851), Portugal Illustrated, London, 1829 [2.ª edição]. Aberto numa gravura que representa o Convento dos Capuchos, na Serra de Sintra.
James Murphy (1760-1814), Travels in Portugal, 1795, London [1.ª edição]. Aberto no desdobrável que reproduz a grande inscrição sânscrita da Quinta da Penha Verde, no século XVI recolhida num templo indiano por D. João de Castro.

Duarte Madeira Arraiz (c.1600-1652, físico-mor de D. João IV), Methodo de Conhecer e Curar o Morbo Gallico, Lisboa, 1683 [1.ª edição].

João Curvo Semedo (1635-1719, Médico da Casa Real), Atalaia da Vida contra as Hostilidades da Morte, Lisboa, 1720 [1.ª edição].

Francisco da Fonseca Henriques (1665-1731, médico de D. João V), Medicina Lusitana, Soccorro Delphico aos Clamores da Natureza Humana, Amsterdam, 1731 [2.ª edição].

Francisco da Fonseca Henriques (1665-1731, médico de D. João V), Ancora medicinal para Conservar a Vida com Saude, Lisboa, 1731 [2.ª edição].

Francisco da Fonseca Henriques (1665-1731, médico de D. João V), Aquilegio Medicinal, em que se dá noticia das agoas de caldas, de fontes, rios, poços, lagoas, e cisternas, do Reyno de Portugal, e dos Algarves, Lisboa, 1726 [1.ª edição]. Aberto na página que refere a Fonte da Sabuga, em Sintra.
Fernão Solis da Fonseca (séc. XVI, Lente de medicina na Universidade de Coimbra entre 1584 e 1585), Regimento para Conservar a Saude e Vida, Lisboa, 1626 [1.ª edição].

Antonio Gomes Lourenço (1709-1800, Cirurgião dos feridos no Hospital Real de Todos os Santos), Arte Phlebotomanica Anatomica, Medica, e Cirurgica, para os Sangradores, e mais Professores, Lisboa, 1741 [1.ª edição].

Frey Isidoro de Barreyra (?-1634), Tratado  das significaçoens das plantas, flores e fruttos, Lisboa, 1698 [2.ª edição].

Códice manuscrito, segunda metade do século XVIII. Trata-se de uma cópia, para uso pessoal, da clássica obra de António Ferreira da Cruz [«Cerugiam del Rey Nosso Senhor e do seu hospital Real de todos os Santos» (séc. XVII)], Recopilaçam de Cirurgia. Na primeira folha vêm os nomes de alguns dos seus antigos possuidores: «Francisco da Costa Martins»; «Manoel Netto Carneiro»; «Este livro he do P(adr)e Manoel Al(vare)z Per(eir)a da freg(uesi)a de S(an)thiago da Carvalhoza de Ferr(eir)a termo do Porto».

Códice manuscrito, c. de 1760. Miscelânea prática de alveitaria, receituário farmacológico e medicina.

Caderno manuscrito de inícios do século XIX. Miscelânea de profecias, iniciada pela célebre Colleção de Profecias mais notáveis: respeito á felicidade de Portugal e cahida dos maiores Imperios do Mundo, de António Gonçalves de Bandarra (1500-1556).

Códice manuscrito. Miscelânea anónima, essencialmente de cariz jurídico mas também poético, expressamente datado na folha 104 v. do ano de 1741 («in anno milessimo, septingessimo, et quadragessimo 1.º»).

Andreas Alciatus (1492-1550), Emblemata, Antuerpia, 1622. O mais célebre tratado de iconologia do século XVI, cuja primeira edição remonta a 1531.

Gaspar Cardozo de Sequeira (c. 1580 - c. 1680), Mestre em Artes pela Universidade de Alcalá, professor de matemáticas em Lisboa, Coimbra e outras cidades de Portugal e Espanha), Thesouro de Prudentes, Coimbra, 1612 [1.ª edição].

Frey Ioan Baptista o Feo (?-?), Calendairo Romano Perpetuo, Lisboa, 1588 [1.ª edição].

Duarte Nunes de Leão (c. 1530-1608), Leis Extrauagantes Collegidas e Relatadas pelo Licenciado Duarte Nunez do Liam per Mandado do Muito Alto & Muito Poderoso Rei Dom Sebastiam Nosso Senhor, Lisboa, 1569 [1.ª edição].

Frey Bernardo de Brito (1569-1617), Elogios dos Reis de Portugal, Lisboa, 1603 [1.ª edição].

[Padre Manuel da Costa (1601-1667)], Arte de Furtar, Espelho de Enganos, Theatro de Verdades, Mostrador de Horas Minguadas, Gazua Geral Dos Reynos de Portugal. Offerecida a Elrey Nosso Senhor D. João IV (…). Composta pelo Padre Antonio Vieyra (…). Amsterdam, na Officina Elvizeriana, 1652 [na verdade, Lisboa, 1743 ou 1744, 1.ª edição]. A autoria, o local, o ano e o impressor indicados são falsos; a obra, composta em 1652, manteve-se inédita durante quase um século; foi impressa apenas em 1743 ou 1744, em Lisboa, por J. Baptista Lerzo.

Padre Antonio Vieyra, Historia do Futuro., Lisboa, 1718 [1.ª edição].













in Sintra Cultural  Maio 2010 www.cm-sintra.pt

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27 Abril, 16h00

Inauguração da Biblioteca do Museu Arqueológico

de São Miguel de Odrinhas.

 

Abrangendo temas especializados, mas tão vastos como Arqueologia, História da Arte, Antropologia Cultural, Filologia, Etnografia, História Antiga, a Biblioteca do Museu disponibiliza hoje mais de 20.000 volumes para 80 leitores em simultâneo.

Espaço único, destinado à investigação e ao estudo, encontra-se porém aberto a todo o público, cumprindo o seu lema sapiencial: Ora, lege, lege, lege, relege, labora et invenies, ou seja, «Ora, lê, lê, lê, torna a ler, trabalha (o teu espírito) e atingirás (ou alcançarás)».

Horário: Ter-Sab, 10h00-13h00 e das 14h00-18h00 Preço: 2.5

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in Sintra Cultural 52 Abril 2010



“Ludi Cereales – Vem decorarovos para Ceres!”




20 e 27 Mar, 14h30-16h30 (para famílias)

Ter-Sex, 10h00-12h00 ou14h00-16h00
(grupos escolares)


“Ludi Cereales – Vem decorarovos para Ceres!”
Na Antiga Roma, e nesta precisaépoca do ano, ofereciam--se a Ceres- a principal deusaque tutelava o “renascimento”da Natureza por ocasião dodespontar da Primavera-ovos,símbolo de fecundidade, defertilidade e do próprio mundo,que a deusa tinha de novoenriquecido com a germinaçãodos cereais.Hoje, a nossa Páscoa retoma erecupera essa tradição, queremonta há 25 séculos!Decorar ovos para Ceres será,pois, a actividade proposta!

Preço:
4, com inscrição prévia.







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ROTA DAS FEIRAS: SINTRA VIAJA NO TEMPO 2009

Sintra regressou ao passado... gladiadores, jograis, malabaristas, videntes, cuspidores de fogo e artesãos deram corpo à iniciativa “Rota das Feiras”, com início a 28 de Junho, prolongando-se durante todo o mês de Julho. Nesta Rota foram recriadas uma Feira Romana, uma Feira Medieval, Torneios Medievais a Cavalo e uma Feira Setecentista.

Assim, nos dias 28 e 29 de Junho, o recinto exterior do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas transformou-se numa verdadeira Feira Romana, com a presença de artesãos, animações musicais e teatrais, acompanhadas por demonstrações de instrução e tácticas militares de legionários e gladiadores.

 

Depois, de 4 a 6 de Julho, Sintra recuou no tempo e recebe em S. Pedro, no Largo D. Fernando II, uma Feira Medieval. Música, malabarismo, gastronomia, teatro, artesanato e artes circenses.

 

Com os Torneios Medievais a Cavalo, a 12 e 13 de Julho, no Largo do Palácio Nacional de Sintra, recriou-se um acampamento militar do séc. XII, onde decorreram torneios a cavalo e a pé e onde actuaram malabaristas, acrobatas, cuspidores de fogo, jograis, mendigos e videntes.

 

A encerrar esta Rota das Feiras, realizou-se a Feira Setecentista, entre 25 e 27 de Julho, no Largo do Palácio Nacional de Queluz. A ideia foi recriar uma feira do séc. XVIII, com artesãos, muita animação e pequenos espectáculos teatrais e musicais.

 

in www.Cm-Sintra.pt







ODRINHAS: FESTIVAL DE TEATRO CLÁSSICO E NOITES NO MUSEU
O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas vai ser palco do VIII Festival Internacional de Teatro Clássico, e da Noite dos Museus, onde serão recriadas peças da antiguidade clássica.

O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas vai ser palco,  dia 14, do VIII Festival Internacional de Teatro Clássico, onde serão recriadas duas peças, uma tragédia e uma comédia, da antiguidade clássica.

Na grande praça central do Museu será apresentada a tragédia “Fábulas”, de Esopo, pelo grupo Selene do Instituto de Estudos Secundários Carlos II de Madrid, pelas 11h00, e a comédia “ O Fulaninho de Cartago”, de Plauto, pelo grupo Thíasos do Instituto de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, às 15h30.

Na Antiguidade Clássica, a tragédia, inspirada na temática mitológica, destinava-se a mostrar ao público a vida dos heróis e dos deuses, despertando a atenção para os grandes problemas morais da existência humana e para as contradições da sociedade e seus comportamentos.

A comédia, pelo contrário – e embora de igual modo recorresse frequentemente à mitologia –, tendia a criar situações absurdas e tinha como primordial objectivo tear uma crítica essencialmente política aos governantes e aos costumes da época.

Assim, num ambiente intimamente ligado ao espírito clássico, são apresentados textos que influenciaram ao longo dos tempos as várias literaturas modernas e contemporâneas.

As peças do Festival Internacional de Teatro Clássico têm entrada gratuita, enquanto a "Noite no Museu" implica o pagamento de 8€.

Ad Antiquitates vestigandas! Na penumbra da noite e à luz trémula das velas encena-se, no dia 16 de Maio, uma visita ao Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas. A música antiga leva-nos até ao século XVI, à companhia da Corte de D. João III.

Os personagens históricos lêem e interpretam as enigmáticas inscrições romanas, recriando a atmosfera das mais antigas descobertas arqueológicas feitas em Sintra na época do Renascimento.


A não perder! Uma visita sensorial a um dos Museus mais belos de Sintra!
Funcionamento: Sábado, dia 16 de Maio, três sessões nocturnas às 21h00, às 22h00 e às 23h00.
Preço: € 8 (mediante reserva)
Descontos de 50% para munícipes, estudantes, professores e reformados; Isenção para crianças até aos 14 anos


in www.Cm-Sintra.pt

 

Noites no Museu



20 Set.
Estamos em 1543. Dois grupos de humanistas ligados à Corte d’el Rei D. João, o terceiro de seu nome, percorrem Sintra em busca das antiqualhas deixadas pelos Romanos. É assim que se inicia a peça de teatro que, na noite de 20 de Setembro, pretende recriar a busca incessante de D.João III por vestígios arqueológicos da presença romana na Península Ibérica.
"O Infante D. Luís e Francisco d’Ollanda descem às ruínas do santuário consagrado ao Sol Eterno e à Lua, ali, junto às ondas do Mar Oceano. André de Resende e a Infanta D. Maria tentam decifrar as carcomidas pedras letreiras, desde há séculos abandonadas pelos campos, acabando por chegar a São Miguel de Odrinhas, onde foi um templo velho, de que ainda está uma abóbada e em redor do qual se acumulam prestigiantes vestígios do passado" e onde, durante uma noite, é possível assistir, em simultâneo, esta peça de teatro e realizar uma visita nocturna ao Museu Arqueológico de S.Miguel de Odrinhas.

Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas
Três sessões: 21H00, 22H00 e 23H00
Preço: € 8 mediante marcação
Descontos de 50% para munícipes, estudantes, professores e reformados.
Crianças até aos 14 anos não pagam

                                                      in www.Cm-Sintra.pt

 

ROTA DAS FEIRAS: SINTRA VIAJA NO TEMPO 2008

Sintra regressa ao passado... gladiadores, jograis, malabaristas, videntes, cuspidores de fogo e artesãos vão dar corpo à iniciativa “Rota das Feiras”, com início a 28 de Junho, prolongando-se durante todo o mês de Julho. Nesta Rota serão recriadas uma Feira Romana, uma Feira Medieval, Torneios Medievais a Cavalo e uma Feira Setecentista.

Assim, nos dias 28 e 29 de Junho, entre as 15H00 e as 23H30, o recinto exterior do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas transforma-se numa verdadeira Feira Romana, com a presença de artesãos, animações musicais e teatrais, acompanhadas por demonstrações de instrução e tácticas militares de legionários e gladiadores.

Depois, de 4 a 6 de Julho, Sintra vai recuar no tempo e recebe em S. Pedro, no Largo D. Fernando II, uma Feira Medieval. Música, malabarismo, gastronomia, teatro, artesanato e artes circenses. Tudo isto e muito mais na sexta-feira das 17H00 às 23H30, sábado e domingo das 15H00 às 23H30.

Com os Torneios Medievais a Cavalo, a 12 e 13 de Julho, das 15H00 às 20H00, no Largo do Palácio Nacional de Sintra, irá recriar-se um acampamento militar do séc. XII, onde decorrerão torneios a cavalo e a pé e onde actuarão malabaristas, acrobatas, cuspidores de fogo, jograis, mendigos e videntes.

A encerrar esta Rota das Feiras, realizar-se-á a Feira Setecentista, entre 25 e 27 de Julho, no Largo do Palácio Nacional de Queluz. A ideia é recriar uma feira do séc. XVIII, com artesãos, muita animação e pequenos espectáculos teatrais e musicais.
Horário: sexta-feira das 17H00 às 23H30, sábado e domingo das 15H00 às 23H30

 

in www.Cm-Sintra.pt

 

 

 

 

TEATRO E VISITA NOCTURNA EM ODRINHAS

 
Estamos em 1543. Dois grupos de humanistas ligados à Corte d’el Rei D. João, o terceiro de seu nome, percorrem o termo de Sintra em busca das antiqualhas deixadas pelos Romanos. É assim que se iniciou a peça de teatro que, na noite de 21 de Junho, entre as 21H00 e as 24H00, pretendeu recriar a busca incessante de D.João III por vestígios arqueológicos da presença romana na Península Ibérica.
"O Infante D. Luís e Francisco d’Ollanda descem às ruínas do santuário consagrado ao Sol Eterno e à Lua, ali, junto às ondas do Mar Oceano. André de Resende, a Infanta D. Maria e suas eruditas damas de companhia tentam decifrar as carcomidas pedras letreiras, desde há séculos abandonadas pelos campos, acabando todos por chegar a São Miguel de Odrinhas, onde foi um templo velho, de que ainda está uma abóbada e em redor do qual se acumulam prestigiantes vestígios do passado" e onde, durante uma noite, é possível assistir a esta peça de teatro e, simultaneamente, realizar uma visita nocturna ao Museu Arqueológico de S.Miguel de Odrinhas.

Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas
Tel. 21 960 95 20
Preço: € 8 mediante marcação

 

in www.Cm-Sintra.pt

 

 

 

 

 

O Embalsamamento Egípcio

Homenagem a Rómulo de Carvalho

 

Até 2 MAR 2008
 

Exposição temporária “O Embalsamamento Egípcio – Homenagem a Rómulo de Carvalho”
O Egipto desperta em nós estranhas emoções, nas quais se misturam entusiasmo, curiosidade e mistério.
O primeiro livro de egiptologia escrito em Portugal intitula-se precisamente “O Embalsamamento Egípcio”.
Foi seu autor Rómulo de Carvalho, professor e cientista que a maioria das pessoas conhece, porém, apenas através da sua vertente poética e do seu pseudónimo: António Gedeão. Assim, e ainda no âmbito comemorativo do centenário sobre o nascimento do escritor, o Museu decidiu organizar  uma  exposição  temporária   subordinada  ao  tema “O Embalsamamento Egípcio – Homenagem a Rómulo de Carvalho”.


Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas
Av. Prof. Dr. Fernando de Almeida
S. Miguel de Odrinhas
2705-735 S. João das Lampas
Tel. 21 961 35 74
Horário: Qua a Dom, 10h00-13h00 e 14h00-18h00
Preço: € 2,5

in www.cm-sintra.pt

 

Café Museu

 

   

Café Museu
http://www.cm-sintra.pt/images/Bank/296_633265037619290000_ac%2061.jpg

O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas convida-o a conhecer o seu espaço de cafetaria, longe da confusão das grandes urbes.

No “Café Museu” poderá saborear um pequeno-almoço, almoçar ou lanchar, degustando uma comida requintada, ou apenas tomar um café acompanhado, ou não, por saborosos bolos caseiros.

Este espaço destina-se não só aos visitantes do Museu mas, também, a todo o público em geral. Tira partido de um enquadramento arquitectónico e ambiental de excepção, espraiando-se nos dias quentes por uma agradável esplanada ao ar livre.

Trata-se de um local ameno, fora do tempo e surpreendentemente agradável. Aproveite-o!

Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas
Av. Professor Dr. Fernando de Almeida
São Miguel de Odrinhas
2705-735 São João das Lampas
Tel. 21 960 95 20
Horário: Qua-Dom, 10h00 às 18h00
Encerra às Seg eTer

in www.cm-sintra.pt

 

 

MÚMIAS EGÍPCIAS EM ODRINHAS

O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas inaugurou, a 26 de Setembro, uma exposição temporária intitulada “O Embalsamamento Egípcio”, numa homenagem a Rómulo de Carvalho. A exposição conta com colaborações de relevo.

 

O Egipto desperta estranhas emoções, onde se misturam entusiasmo, curiosidade, mistério, ânsia de eternidade, inesperada presença do passado e inefável deslumbramento. O Egipto – e as suas múmias – não deixam ninguém indiferente!

Talvez por tudo isto, o primeiro livro de egiptologia escrito em Portugal intitula-se precisamente "O Embalsamamento Egípcio". Foi seu autor Rómulo de Carvalho, professor e cientista que a maioria das pessoas conhece, porém, apenas através da sua vertente poética e do seu pseudónimo: António Gedeão.

Assim, e ainda no âmbito comemorativo do centenário sobre o nascimento desse ilustre escritor, decidiu o Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas organizar uma exposição temporária subordinada ao tema "O Embalsamamento Egípcio – Homenagem a Rómulo de Carvalho".

A realização desta exposição contou com algumas inestimáveis colaborações, destacando-se as do egiptólogo Luís Manuel de Araújo (coordenador científico), do Museu Nacional de Arqueologia, do Museu da Associação dos Arqueólogos Portugueses, do Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa, e do Museu da Farmácia.

A exposição estará patente na sala «Mirabilia» até 31 de Dezembro e pode ser visitada de quarta-feira a domingo, entre as 10H00 e as 13H00 e entre as 14H00 e as 18H00.

Preço: € 2,50 (dando o ingresso também acesso a visitar o Museu)


in www.cm-sintra.pt

 

 

» VI FESTIVAL DE TEATRO DE TEMA CLÁSSICO

 
Foi na grande praça central do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, o espaço Agora – local de eleição do mundo Antigo –, que foram apresentadas duas peças de teatro, no âmbito do VI Festival de Teatro de Tema Clássico, a 16 de Maio.

 

As duas peças de teatro foram apresentadas pelo grupo "Thíasos" do Instituto de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra: "Agamémnon", de Ésquilo, pelas 11H00, e "As Mulheres no Parlamento", de Aristófanes, pelas 15H30.

Pretendeu-se, assim, assinalar o Dia da Latinidade e promover e divulgar a cultura greco-latina.

in www.Cm-Sintra.pt

» NOITES DO MUSEU EM ODRINHAS

 
Chamas de fogo vivo vão iluminar os trilhos do Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas. A ideia é criar um ambiente intimista, com figurantes trajados à romana, lendo em voz alta inscrições em Latim. Tudo isto a 19 de Maio, a partir das 21H00.

 
 

"Ave Amici!" Esta é a saudação inicial dedicada a todos quantos venham visitar o Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas nesta noite. Baseada na simples ideia de permitir um percurso nocturno através dos espaços expositivos, a actividade programada extravasa largamente os objectivos de uma visita guiada convencional.

Tirando partido do efeito cenográfico da Basílica Romana (sala de epigrafia latina), será criada uma ambiência de época, com o recurso a iluminação tradicional e figurantes trajados à romana. Alguns deles, ao longo da "via romana" lêem em Latim e em voz alta algumas das inscrições, recriando uma prática da Antiguidade Clássica.

O circuito a percorrer pelos visitantes será iluminado com candeias de azeite e archotes colocados no exterior. As candeias distribuídas ao longo do espaço expositivo criam um efeito de aumento gradual da intensidade da luz que culmina na sala de epigrafia latina, para decrescer, novamente, no restante percurso. Em suma, propõe-se uma visita sensitiva ao Museu!

Esta será a primeira de uma série de quatro Noites do Museu, que terão lugar entre Maio e Setembro. No dia 19 de Maio decorrerão quatro sessões nocturnas de 45 minutos. Preço: € 5, mediante marcação.

in www.Cm-Sintra.pt

Museu Arqueológico São Miguel de Odrinhas
18 de Maio
Oficina Educativa Ludus Aetatis – Os prazeres da juventude: Jogos e Brinquedos
Experimentar vivências da Antiguidade Clássica é o desafio proposto para o ano de 2006.
Aprender a brincar! Nesta oficina pensada para os mais novos, pretende-se, através da participação em antigas brincadeiras, estabelecer semelhanças e diferenças, entre o presente e o passado.
A partir de uma visita às ruínas arqueológicas e da visualização de algumas imagens, as crianças vão aprender como se vivia a infância na época romana.
Brincar com os mesmos jogos das crianças de então - arco, pião, ossinhos, nozes, saltar à corda -, vestir uma túnica e usar ao pescoço uma bula, serão as actividades propostas.
Após as brincadeiras segue-se um prandium (lanche) tipicamente romano: pão com manteiga e queijo, leite, frutos secos...
Público-alvo: alunos do ensino pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico
Custo: Crianças e Adultos 3€, com inscrição prévia.
Workshop de Ourivesaria
As oficinas de joalharia enquadram-se nas actividades de formação normalmente desenvolvidas pelo Atelier «Vira Lata», ainda que inseridas na ambiência e temática específicas do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas.
Privilegiando o ensinamento das técnicas tradicionais, o programa propositadamente delineado para o Museu é iniciado com uma visita guiada à colecção permanente, que será a fonte de inspiração para as peças a executar pelos alunos. Segue-se uma aula teórica, no Auditório, sobre “Técnicas Básicas de Joalharia”. Continua-se com a concepção da peça a realizar onde cada aluno esboça o seu próprio projecto totalmente novo ou, caso o deseje, colhe ideias na pequena colecção de jóias elaborada com base no espólio do Museu e previamente executada pelos formadores. Finalmente, durante o período da tarde, decorre a aula prática de execução das jóias.
Público alvo: Maiores de 16 anos (artistas, estudantes de artes de vários graus de ensino, jovens e público interessado em geral, que mantenha uma boa destreza manual)
Duração: 7 horas (total) - 3h teóricas e 4h práticas
Cada dia corresponde a 1 workshop
Custo: 50 €

19 de Maio
Workshop de Ourivesaria imagem
Público alvo: Maiores de 16 anos (artistas, estudantes de artes de vários graus de ensino, jovens e público interessado em geral, que mantenha uma boa destreza manual)
Duração: 7 horas (total) - 3h teóricas e 4h práticas
Cada dia corresponde a 1 workshop
Custo: 50 €

 

20 de Maio – Noite dos Museus
Workshop de Joalharia
Público alvo: Maiores de 16 anos (artistas, estudantes de artes de vários graus de ensino, jovens e público interessado em geral, que mantenha uma boa destreza manual)
Duração: 7 horas (total) - 3h teóricas e 4h práticas
Cada dia corresponde a 1 workshop
Custo: 50 €
21h00 - 24h00
Noite dos Museus
Baseada na simples ideia de permitir um percurso nocturno através dos espaços expositivos, a actividade programada extravasa largamente os objectivos de uma visita guiada convencional. Pretende-se, pois, realizar uma nova abordagem ao espólio através da visita teatralizada ao «Livro de Pedra» – a nossa secção de epigrafia – e centrada sobretudo na colecção de monumentos expostos na «Basílica Romana».
Tirando partido do efeito cenográfico que esta ampla sala possui em si mesma, será criada uma ambiência de época, com recurso a iluminação tradicional e figurantes trajados à romana. Alguns deles, ao longo da “via romana” lêem em Latim e em voz alta algumas das inscrições, recriando assim uma prática da Antiguidade Clássica.
O amplo circuito a percorrer pelos visitantes será iluminado com chamas de fogo vivo. Archotes colocados no exterior pontuam o acesso que se desenvolve do portão à entrada do Museu, bem como todo o restante percurso de saída. Candeias distribuídas ao longo do espaço expositivo, criam um efeito de aumento gradual da intensidade de luz que culmina na sala de epigrafia latina, para decrescer, novamente, no restante percurso.
Em suma, propõe-se uma visita sensitiva ao Museu!

in www.rpmuseus-pt.org

 
   
 
Tutela
SintraQuorum. Gestão de Equipamentos Culturais e Turísticos, E.M.
Endereço
Avenida Prof. Dr. Fernando de Almeida - Odrinhas 2705-739 São João das Lampas
Telefone
219 613 574/5 /6/7
Fax
219 613 578
Acessibilidades
Estrada Nacional 247 (Sintra-Ericeira), cruzamento para São Miguel de Odrinhas.
Autocarros da Mafrense, percurso Portela de Sintra-Ericeira, saindo na paragem da Barreira.
Parque de estacionamento junto à entrada
Horário
4.ª feira a Domingo: 10:00-13:00 e 14:00-18:00
Todas as visitas ao Museu são guiadas, mediante marcação prévia (visitas escolares e de grupos organizados)
Encerrado ao público 2.ª e 3.ª feira e nos feriados de 1 de Janeiro, Sexta-feira Santa, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro
Ingresso
Bilhete Normal - 2,50€
Descontos:
Grupos organizados, Cartão Jovem e pessoas com + de 65 anos - 1,25 €
Isenções:
Crianças até aos 14 anos
Director/Responsável técnico
José Cardim Ribeiro
 
 
  _Colecções / Patrimónios
O acervo do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas é composto maioritariamente por colecções de arqueologia provenientes, quase na totalidade, das diversas estações arqueológicas existentes no Concelho de Sintra. O conjunto do espólio arqueológico constitui-se em dois núcleos próprios, designadamente o acervo lapidar - onde se inclui a colecção epigráfica, de temática religiosa e funerária, atribuível aos períodos romano, medieval e moderno - e as colecções de peças arqueológicas que evocam o quotidiano das comunidades que se fixaram na região sintrense desde o Paleolítico. Merece especial destaque o conjunto de epigrafia latina que individualiza este espaço museológico dos seus congéneres nacionais.
 
  _Breve Historial do Museu
O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas remonta as suas origens a meados do século XVI, quando por iniciativa de alguns eruditos, entre os quais se destaca Francisco d’Ollanda, se começa a concentrar em torno da Ermida de São Miguel de Odrinhas, uma importante colecção de inscrições romanas provenientes dos campos circundantes. Em 1955, por iniciativa de Joaquim Fontes, decide a Câmara Municipal de Sintra empreender a construção de um pequeno imóvel que albergasse o importante conjunto patrimonial que até então se tinha conseguido reunir. Fruto da herança patrimonial legada pelo antigo Museu de Odrinhas e pela extinta Secção de Arqueologia do Museu Regional de Sintra, a 11 de Setembro de 1999 foi inaugurado o novo Museu, concretamente a secção lapidar denominada “O Livro de Pedra”.
 
_Serviços Disponibilizados ao Público
Acolhimento
Recepção, livraria, loja e cafetaria
Exposição permanente
“O Livro de Pedra”/Epigrafia: secção lapidar do Museu, distribuída por sete salas temáticas, onde se pode observar um conjunto de pedras tumulares, sarcófagos, estelas, altares e lintéis, desde a época etrusca à Idade Moderna, com especial relevância para a colecção de lápides romanas epigrafadas.
 
_Serviços Educativos
Todas as visitas ao Museu são guiadas.
 
_Edições do Museu
O Museu dispõe de uma publicação periódica - Revista "Sintria". Encontra-se, também, disponível ao público uma brochura divulgativa da exposição permanente.
 
_Centro de Documentação / Biblioteca
Especialização
Arqueologia, História da Arte, Antropologia Cultural, Filologia, Etnografia, História Antiga.

Auditório
100 lugares. Está equipado com projectores de diapositivos, retroprojectores de acetatos e, ainda, equipamento de som, incluindo microfones.
 
   

in www.rpmuseus-pt.org